25 de outubro de 2011

Pra meu marido: Cédric Bourderionnet.


Viva o Dia de Hoje!


"O grande segredo da vida é viver o dia.
Amanhã não sei o que vai ser, melhor viver agora.
A vida passa tão depressa, semelhante ao vento!
Não espere para amar depois
Talvez não dê mais tempo!!"

((Fábio de Melo))

Alegria sempre!


Por entre os sofrimentos e as
tribulações desta vida, há também
momentos de alegria. Vale a pena
valorizar e curtir esses preciosos
momentos. A alegria fortalece o
espírito e revigora o equilíbrio interior.
(By Angels)

7 de outubro de 2011

Círio de Nazaré: esperança e fé.

Pra quem não sabe o que é o Círio!


Círio de Nazaré,
Grande profissão de fé.
Vem gente de todo lugar para o meu Pará,
Belém fica lotada,
Linda e iluminada,
Vem também o povo do interior,
Todos querem acompanhar o andor da virgem de Nazaré.
È um mês de emoção e de grande preparação,
O povo decora as ruas e arruma as suas casas,
O almoço do círio é planejado e muito bem preparado.
Tem pato no tucupi, maniçoba, cupuaçu e açaí.
A cidade fica em festa,
Todos querem pagar suas promessas,
È uma grande multidão para acompanhar a procissão.
A berlinda fica linda enfeitada com rosas,
O manto da virgem é todo bordado.
O círio é um dia muito esperado.
Todos desejam homenagear a padroeira do Pará.
È um verdadeiro espetáculo de fé.
Tem o carro dos milagres,
É um carro muito bonito,
reflete a gratidão de um povo aflito.
Neste carro tem velas de todos os tamanhos e formas,
São pernas, braços e cabeças,
Há também barcos e casas,
São símbolos usados para agradecer graças alcançadas.
Tem o carro dos anjos,
Com crianças de todos as idades,
Eles vestem roupas de cetim azul, branca e rosa,
Tem a corda do círio onde se aglomera a multidão.
Gente que reza e tem fé.
Todos desejam homenagear a virgem de Nazaré.
A padroeira do Pará com esperança de graças alcançar.





22 de setembro de 2011

COISAS QUE SÓ UM PARAENSE É CAPAZ DE ENTENDER:

 "Um dia eu tava buiado, pensei em ir lá em baixo comprar uns tamatás.Tava numa murrinha, 
mas criei coragem, peguei o Sacrabala e fui. Cheguei tarde e só tinha peixe dispré. O 
maninho que estava vendendo tinha uma teba de orelha do tamanho dum bonde. O gala-seca 
espirrou em cima do tamatá do moço, que tinha acabado de comprar, e no meu tembém. 
Ficou tudo cheio de bustela...Axiiiiiii, porcaria! Não é potoca, não. O dono do tamatá muquiou 
o orelha-de-nós-todos, mas malinou mesmo. Saí dalí e fui comer uma unha. Escolhi uma 
porruda! Mas égua, quase levei o farelo depois. Me deu um piriri. Também... parece leso, 
comprar unha no veropa. Comprei uns mexilhões, um cupu e um pirarucu muito firme, mas 
um pouco pitiú. Fui pra parada esperar o busão. Lá tinha duas pipira varejeira fazendo graça. 
Eu pensando com meus botões...Êeee, já quer... Mas, veio um Paar-Ceasa sequinho e elas 
entraram... Fiquei na roça, levei o farelo. O Sacrabala veio cheio e ainda começou a cair um 
toró: égua-muleke-tédoidé, pense no bonde lotado. No sacrabala lotado, com o vidro fechado 
por causa da chuva, começa aquele calor muito palha. Uma velha estava quase 
despombalecendo. Dai o velho que tava com ela gritou: arreda aí menino pra senhora sentar 
aí do teu lado. Eu só falei: Hmm, tá, cheiroso..."

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